Hoje

Janeiro 2011

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

pesquisar

 

arquivos

Janeiro 2011

Novembro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Janeiro 2010

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

posts recentes

"O Pequeno Príncipe" - O ...

Músicas da Carochinha - P...

Joana come a papa

"Eu perdi o Dó da minha V...

Atirei o Pau ao Gato

Gato das Botas - Desenhos...

Era uma vez um Cuco que n...

Branca de Neve e 7 Anões ...

We all stand together

Feira do Livro de Lisboa

Poupar a Água

Dia da Mãe

Storytime - Hickory Dicko...

Boa Energia - Como a elec...

Água - O fantasma da fact...

ZAP - 4 de Janeiro de 201...

A CIGARRA E A FORMIGA

A Lebre e a Tartaruga

Storytime - Humpty Dumpty...

Ora Agora a Costureira

Pensamentos do Momento

Mercados Financeiros: Esp...

Pensamento - Investir na ...

Foi com Surpresa e Enorme...

Bomsenso - Crise Naciona...

O que é a Ética?

Bomsenso - Ética e Mentir...

Bomsenso - GUERRA - GAZA ...

Bomsenso - Dívida Externa...

tags

todas as tags

Hoje sou o número

web tracking stats
Mobile Travel

subscrever feeds

Este Espaço é para a Criança e sobre a Criança

Sábado, 25 de Abril de 2009

25 de Abril - Contado as criancas

 

 Portugal

 

O 25 de Abril

    

 

 

 

 


 

A história dos Cravos Vermelhos
 
"... Celeste repete mais uma vez o que aconteceu na manhã do 25 de Abril.

«Eu trabalhava num restaurante na Rua Braancamp. A casa fazia um ano nesse dia e os patrões queriam fazer uma festa. O gerente comprou flores para dar às senhoras, enquanto que aos cavalheiros se daria um porto. Nesse dia, quando chegámos, o patrão explicou que não ia abrir o restaurante, porque não sabia o que estava a acontecer, e disse-nos para levarmos as flores connosco. Chegámos ao armazém e vimos que eram cravos vermelhos e brancos. Cada um levou um molhe.»

De regresso a casa, Celeste apanhou o metro para o Rossio e dirigiu-se ao Chiado. Deparou-se de imediato com os tanques.
 
«Era um aparato! Quando vi aquilo... Bem, não há palavras. Sabia que alguma coisa se ia dar. E para bem, eu sentia que era alguma coisa para bem», diz.

«Cheguei ao pé do tanque e perguntei o que é que se passava. E um soldado respondeu-me:
 
"Nós vamos para o Carmo para deter o Marcelo Caetano. Isto é uma revolução!"
 
"Então, e já estão aqui há muito tempo?", 
perguntei eu.
 
"Estamos desde as duas ou três horas da manhã. A senhora não tem um cigarrinho?"
 
"Não, eu não fumo. Se tivesse alguma coisa aberta, comprava-vos qualquer coisa para comer, mas está tudo fechado. O que eu tenho são estes cravos. Se quiser tome, um cravo oferece-se a qualquer pessoa."
 
Ele aceitou e pôs o cravo no cano da espingarda. Depois dei a outro e a outro, até ao pé da Igreja dos Mártires. Foi lindo..

«Correu tudo muito bem», diz Celeste. «Tinha de correr, pois os cravos estavam nas espingardas e elas assim não podiam disparar...».


 

publicado por bomsensoamiguinhos às 23:00

link do post | comentar | favorito
|

Número Total de Visitas

Que Horas São ?

Podes desligar e ligar a Musica


MusicPlaylist
MySpace Music Playlist at MixPod.com

:-)

links

Desde 18-Jan-2009

Prendas de NatalCanções de Natal

Disney

Disney

blogs SAPO

Site Meter